Quando confessei a ele

dezembro 4, 2008

Eu não agüentava mais. Decidi confessar a ele. “Quero ser teu escravo”. “Quê? Como assim, cara?”. “É, quero cheirar teu chulé, lamber teus pés, fazer tudo o que tu mandar”.

Ele achou divertido. Ele era tão lindo e perfeito. Entrou no jogo. Em minha casa, ele sentou na minha poltrona e pôs os pés chulezentos (tirei os sapatos e as meias com os quais ele tinha acabado de jogar – e cheirei ambos, claro) em cima do meu banquinho. Me ordenou, rispidamente, que lhe trouxesse cigarro. Eu fazia tudo feito um cachorrinho. Massageei os pés dele (ele gostou, estavam cansados). Cheirei (muito chulé), lambi (ele adorou). Quando ele terminou o cigarro, usou minha boca como cinzeiro. Ele entendeu para quê eu servia…

cinzeiro humano

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