Desenhos podólatras gay

março 12, 2013

Leitores, o que pode sair da caneta de escravos artistas que querem expressar toda sua inferiorade com relação aos pés chulezentos dos machos? Abaixo, alguns dos meus preferidos:

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Um escravo mais velho se desmancha de prazer com o chulé do jovem mestre skatista, que o prende numa coleira com corrente. Olhem só o toejam entre os dedos, só esperando a língua do escravo humilhado

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Mestre treina dois escravos. O cheiro do suor dele, de suas meias, de suas chuteiras e do seu chulé parecem dizer: OBEY (obedeça)

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Gay podólatra tem que dar conta de três jogadores de futebol suados e chulezentos.

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Esste mestre tem tantos escravos que nem precisa tomar banho. A lingua deles já faz o serviço de limpar o suor das axilas e o chulé dos pés. Basta ele colcoar sua chuteira usada no pau que o cheio hipnotiza e deixa todos os escravos de quatro, prontos para qualquer serviço. O mestre relaxa com a massagem das línguas dos escravos inferiores e humilhados

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Mestre executivo. A placa diz: “Pés cansados e com chulé? Relaxe e tenha um escravo: ele tira seus sapatos e meias, lambe seu suor, massageia seus pés com a língua, deixa seus sapatos brilhantes e ainda aplica uma loção”.

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Uma “breve” lista de coisas para fazer para o escravo. Com prazer, mestre!

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Um jovem jogador de futebol ainda quente do jogo pesado relaxa no rosto de um velho escravo.

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HISTÓRIA EM QUADRINHOS 01: – Bom dia, mestre

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HISTÓRIA EM QUADRINHOS 02: – Bom menino! Vá limpar meu tênis.
- Sim Mestre

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HISTÓRIA EM QUADRINHOS 03: – Eu amo o gosto do seu chulé, senhor.
- Haha, você nem consegue parar de lamber para colocar meus tênis.
- Este é o meu lugar, senhor. Lambendo a sujeira das solas dos seus Nikes e o suor dos seus poderosos pés.
- Haha, patético.

xx

Dois executivos suados — e usando as mesmas meias a semana inteira — tiram vantagem do fetiche de um grupo de jovens gays podólatras sedentos por chulé e humilhação.

BRAD

março 10, 2013

Fotos exclusivas do mestre com o chulé mais perfeito do universo.

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O video do Brad na praia é muito conhecido no meio da podolatria virtual (não completo, só alguns segundos dele que escaparam para o youtube), mas poucos sabem os detalhes que há por trás dele.

Trata-se de um video que mostra Brad, um jovem cruel, e alguns amigos indo à praia para o fim de semana. No carro, Brad, sentado ao lado do motorista, tira seus tênis e meias para relaxar. Todos no carro conseguem sentir o cheiro do seu chulé. Brad não sabe que entre seus amigos há um gay podólatra cujo sonho sempre foi cheirar e lamber os (verdadeiramente!) lindos pés do Brad. No banco de trás, seu pênis fica completamente ereto diante daquela cena paradisíaca e daquele cheiro tão ardentemente desejado.

 

 

 

 

 

 

 

Aqui podemos ver Brad, depois de todos terem chegado à região da praia. Ele deixou suas meias fedidas no carro e só calçou o tênis. Ele tenta subir em uma palmeira, o que faz seus pés ficarem mais suados ainda. Com muito tesão, seu amigo podolatra secretamente vai até o carro cheirar escondido as meias do Brad.

 

 

 

 

 

 

 

Indo aos céus, ele começa a bater uma punheta escondido no carro. Mas eis que Brad chega e o apanha no flagra. Que será que aconteceu depois? “Você gosta de chulé não é?”  Humilhação total, leitores! Brad conseguiu um escravinho submisso só para si.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hora de sentir o cheiro do sovaco do Brad (“você gosta do fedor, bichinha?”) e de dentro do seu tênis:

 

 

 

 

 

 

 

Que sonho, hein, leitores? Preso com força entre as pernas do Brad, cheirando seu sovaco suado e seu tênis chulezento!

Em seguida, Brad puxa o cabelo do escravo e o obrigaa continuar lambendo as solas. Dá pra ver que não restou nenhum toejam entre os dedos do Brad. Os pés dele acabaram limpinhos e relaxados, ao contrário da língua do seu escravo (cujo pênis não descansava ao longo dessa humilhação).

 

 

 

 

 

 

 

Por fim, antes de ir mergulhar no mar e ameaçar seu ex-amigo de contar a todos que ele é um porco gay e um verme que gosta de cheirar e lamber homens suados e com chulé, Brad pratica mais humilhação nas pedras: podemos ver a cara de nojo e malvada do Brad. Ele enfia sua meia suada completamente na bocado escravo, até ele se engasgar, sufoca ele com seu tênis fedido mais uma vez e, quando o escravo tenta lambê-lo, ele afasta, rindo cruelmente! É muita humilhação!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brad fez esse vídeo para o FXU. Na capa,podemos ver Brad em cima do carro em que chegaram à praia, com cara de nojo enquanto o escravo lambe seu chulé:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois desse video, ainda aceitou fazer outro, humilhando novamente o mesmo escravo sortudo. Até postei algumas fotos que consegui desse vídeo aqui. Já aqui, podemos ver a cena em que, nesse segundo vídeo, o escravo, ansiando pelos lindos pés do Brad, tenta tirar suas meias enquanto ele dorme depois de ter chegado exausto da balada. Os pés do Brad nesse vídeo estão particularmente suados e cansados. Prontos para terem o chulé limpo por uma língua submissa e dedicada.

Provavel e infelizmente leitores, Brad não fará mais vídeos, pois ele é hétero e só aceitou fazer esses porque precisava de grana na época e a única coisa que precisava fazer era humilhar e deixar nos pés um chulé que naturalmente já tinha para um escravo lamber. Choramos.

Tributo periódico a Brad

fevereiro 17, 2011

Só para não esquecermos como ele e seu chulé são superiores…

Como eu queria ser esse escravo sortudo para aproveitar as solas, o chulé e o suor entre os dedos de Brad =(

Por que?

fevereiro 17, 2011

Eles sujam os pés e voltam a calçar as meias e os tênis. Nem se importam que nós vamos limpá-los depois. Nem ligam pra isso. Nós, escravos, é que temos que pensar nessas coisas. E nós, é claro, adoramos. Adoramos o desleixo deles, nos apaixonamos mais e baixamos a cabeça, submissos de tesão.

Eles andam descalços por aí, pouco se importam. Seus pés ficam sujos e doloridos. E claro que nossa língua está aqui, macia e úmida, para relaxá-los e limpá-los. Eles mal prestam atenção.

Eles passam o dia todo com um calçado sem meia. Ao fim do dia de trabalho, os pés estão quase empapados de suor. E nossa língua entra em ação novamente. Temos que relaxá-los. Nosso nariz entra em contato com essa flagrância – essa que, basta senti-la ao longe, nossos pênis endurecem como madeira – CHULÉ, nós entramos em êxtase. Cheiramos e limpamos tudo (o toejam entre os dedos fedidos, obviamente). Humilhados e com tesão, somos olhados por eles, que estão em cima, como vermes.

Sim, leitores, eu amo o Bad Master Boys!

1 - Mestre Aron (sem camisa), força com a perna seu escravo e amo a cheirar as meias chulezentas do seu primo mais novo Artem.

2 - O escravo limpa entre os dedos chulezentos do Artem

3 - Aron acha que não é o bastante e obriga o escravo a continuar lambendo e limpando.

4 - Completamente humilhado, o escravo, como um cachorro, lambe todo o pé fedido do Artem: do calcanhar até os dedos. Mestre Aron, relaxado, observa suas ordens serem cumpridas.

5 - A grande honra do escravo: limpar com a língua o sovaco suado do Mestre Aron. Que sortudo!

6 - O escravo vai ao paraíso: lambe o chulé incomparável do Mestre Aron, que bebe cerveja relaxado e autoritário.

7 - Um presentinho final do bondoso Mestre Aron: as meias que ele usou por vários dias para trabalhar na sua boca do escravo inferior e indefeso!!!

…e cuidando dos seus pés com carinho e dedicação…

Brad, eu te amo!

julho 30, 2010

Que pés! Que chulé!

janeiro 5, 2010

Ele é muito jovem e bonito.Já tem um chulé delicioso e, quando fica suado depois de andar de skate, um cheiro irresistível nas axilas. Enquanto ele se diverte, eu quero servir debaixo dos seus belos pés. Quero lamber toda a extensão das solas (limpar o chulé com minha própria lingua, humilhado) e enfiar o nariz entre esses lindos dedos fedidos. E aí serei feliz.

Diogo

junho 30, 2009

Os meninos do colégio sempre desconfiaram que eu fosse gay…mas, claro, eu nunca me assumia.
Na minha sala havia meninos lindos. O grupo deles era, lógico, o que me dava mais tesão: nunca estudavam, não estavam nem aí pra nada e usavam tênis de skatista. Eram sempre agressivos e faziam brincadieras cruéis com todos. Sempre me humilhavam, me chamando de bichinha, de gay. Como eu era CDF, quando precisavam de mim, iam pra perto, colar no exame, pedir ajuda no exercício de classe. E eu, apaixonado, sempre ajudava, sem nunca ser recompensado, muito pelo contrário: era cada vez mais explorado. Num exercício de português (matériana qual sempre fui o melhor da turma) em dupla, Diogo, o mais másculo e gostosinho de todos, o mais popular e talvez o “líder” daquele grupinho, veio sentar do meu lado e nós “fizemos” juntos. Na verdade, como sempre, eu tava fazendo sozinho tudo e ia colocar o nome dele no final. De repente, concentrado no livro, comecei a sentir um cheiro que eu conhecia de longe, pois era o que me dava mais tesão na face da terra: chulé de macho. Olhei pro lado. Diogo tinha tirado um dos tênis por algum motivo e estava ajeitando a meia. O chulé era enorme e se espalhava. Meu pau quadruplicou de tamanho com aquela cena. Eu não consegui tirar o olho. Eu sempre desconfiei que Diogo e sua turma tivessem um chulezão em minhas fantasias. Mas agora eu estava comprovando – era tudo verdade Aí Diogo perguntou:
– Tá fedendo né?
Eu balbuceei:
– N-não… – pois não queria que ele guardasse o pé de volta no tênis.
Ele me ignorou e pôs o tênis de volta:
– E aí, falta muito pra terminar aí? – perguntou, me tratando como lixo, como sempre.

Quando cheguei em casa, naquele dia, leitores, imediatamente corri pro banheiro pra bater uma das punhetas mais gostosas da minha vida. Até hoje, lembro dessa cena e me masturbo potentemente por causa dela.

Mas o melhor ainda estava por vir, leitores. E eu mal sabia.

Perto das provas, Diogo estava ferrado:
– Cara, por favor, me ensina portugês. Tô ferrado, tenho que tirar 10 porque tirei 4 no teste… me ajuda, se eu reprovar de novo meus pais me matam. Faço o que você quiser, de pago 50 reais, mas por favor, me ajuda.
Pensei um pouco. Pela primeira vez na vida, fiz pra ele uma cara de quem estava por cima na situação. O olhar dele era deseperado, preocupado. Eu falei:
– Está bem, faço você tirar 10. Mas com uma condição.
– Qual?
– Que eu possa cheirar seus pés.
Ele passou alguns segundos calado, sem entender, com o rosto perplexo. Depois explodiu num riso:
– O quê?!?
– É, eu queria muito cheirar teus pés. Mas sem você lavá-los. Eu gosto de chulé.
– HAHAHAHAHAHAHA – foi uma gargalhada muito alta. Pessoas que passavam no corredor pararam, olharam e voltaram a andar. Em seguida, eu falei:
– Se você contar a alguém, não te ajudo, sou a única forma de você passar de ano.
Diogo enxugando as lágrimas de tanto rir, foi embora sem falar nada ou despedir. Eu fui pra casa.

Quase não consegui dormir à noite. Será que ele iria aceitar? Ele estava tão desesperado… eu era a única chance dele de não se ferrar. Tudo o que eu pedia em troca era cheirar seus pés! Não pedia dinheiro, não pedia nada. Pelo contrário, ainda me humilhava mais ainda perante a ele! Ele tinha que aceitar!
Não parei de revirar na cama. Estava muito ansioso… talvez eu realizasse um sonho: cheiraria o chulé de Diogo! Como eu seria feliz!

No dia seguinte, cheguei de manhã pras aulas. Na sala, antes de sentar na minha carteira na primeira fila, olhei pra Diogo, como sempre sentado no fundo, rindo com os outros caras. Ele nem olhou pra mim e continuou humilhando as pessoas ao redor… tudo normal.
Continuei ansioso. Não conseguia prestar atenção em nenhuma das aulas – coisa raríssima. No fim das aulas, todos foram embora e eu comecei a me dirigir à saída, desesperançoso.
Até que, repentinamente, ouvi a voz de Diogo do fim do corredor:
– Ei, cara, vem cá! – Ele tava chamando de uma sala vazia do corredor, chamando bem baixinho pra ninguém ouvir.
Meu coração acelerou. Fiquei tão feliz que não contive um sorriso enorme.
– Quero conversar contigo – ele falou quase sussurrando enquanto eu me aproximava.
Fiquei tão feliz! “Vai acontecer!”, pensei, quase chorando.
Quando chegeui à porta da sala onde ele estava, ele disse, com um sorriso safado lindo: – entra aqui…
Quando entrei, sentindo a maior felicidade do universo, ele trancou a porta, e vários outros meninos me amarrearam por trás, me dando murros e chutes entre muitas risadas e gargalhadas altas.
Diogo tinha contado tudo a seus amigos.
Eu caí no chão e eles passaram o resto da tarde me humilhando. Me “obrigaram” a tirar seus tênis, cheirar e mastigar suas meias chulezentas, cheirar e lamber seus pezões fedorentos, másculos e bonitos. Entre áspas, leitores, porque eu, não preciso falar, estava adorando, amando muito tudo. Gozei seis vezes dentro da calça, sem nem tocar no pênis, só pra vocês terem noção. O chulé deles era um mais delicioso que o outro. Tinham passado a manhã toda com aqueles tênis de skatista. E ficavam mais de uma semana sem lavar as meias. Quando eles percebiam o prazer que eu estava tendo, gritavam: “CARALHO, ELE GOSTA MESMO HAHAHAHAHAAH! GAY! GAY PORCO! VERME!”.
Quando por fim cansaram, foram embora e me deixaram com a cara fedendo a chulé e com o gosto delicioso dos pés deles na minha boca.
Fui pra casa e ainda bati três punhetas seguidas pra aproveitar o cheiro que anda me impregnava.

Mas só depois que me “acalmei”, mais tarde em minha casa, é que percebi o quanto eu estava ferrado: eles tinham levado uma câmera digital e registrado tudo! Fiquei com muito medo. Será que eles iam me ameaçar? Será que eu teria que fazer tudo o que eles quisessem se não eles mostrariam as fotos a todos? De novo não consegui dormir, dessa vez, extremamente preocupado e angustiado. Porém, meu pau ficava duro de tempos em tempos porque continuei a lembrar daquela tarde, mesmo porque o chulé, pra sair completamente da minha cara, demorou vários dias, tamanho o “estrago” que os meninos tinham feito em mim.

No dia seguinte, cheguei na escola apreensivo. Quando entrei na sala, cautelosamente, todos começaram a rir de mim cruelmente. Todos, to-dos, até os meus melhores amigos, uma menina e um menino bem feios, impopulares e CDFs. Até quando a professora chegou me olhou contrangida. Eu estava perdido e só iria descobrir o por que depois: os meninos tiham publicado todas as fotos num fotolog e divulgado para todo o mundo na noite anterior mesmo! Nelas, era possível ver claramente que eu morria de prazer servindo aos pés deles e sendo humilhado pelos chulés. Fugi da sala e da escola correndo, com o coração a mil. Eu não podia mais voltar… o que eu ia fazer? Meu mundo desabava ao meu redor.
No dia seguinte, o diretor chamou meus pais e estes ficaram sabendo de tudo. Tive muita vergonha e eles, muita de mim. Até hoje não falam direito comigo. Tivemos que mudar de cidade, porque era impossível eu voltar pra escola novamente. Perdi todos os meus amigos, que ficaram sabendo de toda a minha história, porque viram as fotos e agora tinham nojo de mim.

Mas aquele continuou sendo o melhor dia da minha vida.

Eis aqui duas fotos que eu salvei e guardo até hoje com carinho (me masturbo sempre que olho pra elas, quase que automaticamente): na primeira, os meninos, cruéis e se divertindo, me “obrigam” a cheirar as meias imundas deles e eu louco de tesão. Na segunda, com muito prazer, eu limpo com a lingua entre os dedos dos pés de um amigo de Diogo que, no mesmo dia de manhã, tinha jogado uma intensa partida de futebol no campo da escola, sem tomar banho.

O chulé dos amigos de Diogo

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